Limonada

2005-03-24


Literatura de Cordel
Em algum momento, que não sei precisar, tornei-me fã ardoroso da poesia escrita em Cordel, aquelas rimas rápidas e sempre tão emocionadas oriundas do sertão do Brasil.
Acho que pela paixão que tenho por esses versos, acabei contagiando minha menina, que logo se apaixonou por versos expressos nessa forma.
Uma coisa curiosa, é que sempre escrevi versos para a pequenina, mas nunca nesse formato que tanto gostamos, e quando recentemente tentei, percebi que é realmente difícil, apesar da aparente liberdade.
Pois aí vai meu primeiro Cordel, escrito para ela, como sempre.

Cordel da despedida.

Como faca ligeira e afiada,
a hora da partida me corta.
Chega, sem ser convidada.
Entra, sem bater na porta.
A palavra, falada, é doída
e perpetua a agonia sentida,
quando chega sem piedade
Eu evito pensar no momento,
mas, como posso parar o tempo,
ou deixar de sentir saudade ?

O peito, tomado em tristeza,
esvazia-se do que tinha de ar.
Da partida, se tenho certeza,
faço força pra poder respirar
A palavra certa que eu queria
nessa hora, sempre fugia.
E que não me importo parece.
Se falo, é com a voz embebida,
na saudade que há na partida.
Se calo, é porque a dor emudece.


2005-03-10


Festa no apê ?
Que Latino que nada.....
NUMA NUMA DANCE é o máximo !!!!
(liguem o som !!!)


2005-03-07


Star Wars - episódio 3: The revenge of the Sith
19 de maio de 2005.
Pouco mais de dois meses em contagem regressiva......


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